“Infimidade”
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Imagine que está num museu. Passa por dezenas de quadros, até que um – não sabe bem porquê – o faz parar. Não se trata apenas do que vê, mas do que sente.
Agora, imagine outro cenário. Um laboratório e, ao microscópio, uma imagem. Células tingidas de cores impossíveis, formas que parecem paisagens abstratas. Não está no Museu do Prado, mas algo naquela imagem capta a sua atenção. Uma imagem que pode ser também a chave para uma nova descoberta científica.
Enquanto um investigador cria conhecimento, um artista desperta emoções. Mas a fronteira nem sempre é tão óbvia.

Hoje, falámos com Eloísa Herrera,



