Segunda-feira 01

Memória, estigma, desafios futuros 

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Em 2024, 1,3 milhões de pessoas contraíram o VIH, 40,8 milhões viviam com o vírus e 630 000 morreram por doenças relacionadas com a sida. A estes números junta-se o total de 92,3 milhões de pessoas afetadas desde o início da pandemia, segundo as estimativas

Passaram mais de quarenta anos desde que foram detetados os primeiros casos e, apesar de avanços constantes, ainda não podemos falar do VIH/sida como uma doença do passado.

O que aprendemos em quatro décadas de luta contra o VIH? Que estigma existe atualmente? Que desafios científicos ainda estão por resolver? Que transformações sociais são imprescindíveis para conseguirmos imaginar um futuro sem sida?

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Quarta-feira 19

Mulheres empreendedoras que querem transformar a saúde

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Melanie Perkins, cofundadora da Canva, Arianna Huffington, fundadora do The Huffington Post, Jennifer Doudna, Prémio Nobel da Química 2020 pelo desenvolvimento da tecnologia de edição genética CRISPR-Cas9 e fundadora de várias start-ups científicas, e Daphne Koller, cofundadora da Coursera, fazem parte do ainda muito pequeno grupo de mulheres que lideram empresas capazes de ditar as novas regras da inovação.

O paradigma está a mudar, mas o cenário ainda é francamente desigual. As mulheres só possuem uma em cada quatro empresas a nível global e, só na Europa, representam 73% dos empreendedores “em falta”.

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Quarta-feira 23

Ciência ou ficção? Estudos de investigação que parecem saídos de um livro

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Muito antes de o primeiro aspirador robô aparecer, já as leis que viriam a definir a sua relação com os seres humanos tinham sido imaginadas. Quase um século antes de o Sputnik 1 se tornar o primeiro satélite artificial da história, alguém tinha sonhado com ele nas páginas de um livro. Nem sequer a clonagem ou a “desextinção” de espécies escapam ao facto de terem surgido primeiro na mente de um escritor e só depois em laboratórios científicos. Com efeito, ao longo da história, a ficção científica alimentou a imaginação dos investigadores em inúmeras ocasiões, dando origem a avanços que acabariam por transformar o mundo.

As leis da robótica de Eu,

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Terça-feira 11

Ninguém pode sonhar com o que desconhece

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As raparigas espanholas querem ser #ASTRONAUTAS. Não é um sonho, é a realidade”, publicava Sara García Alonso após a divulgação dos resultados do Inquérito Anual da Adecco, em que se perguntava a 1100 rapazes e raparigas quais eram os seus sonhos a nível profissional.

Sara, bióloga molecular do Centro Nacional de Investigaciones Oncológicas (CNIO) e a primeira candidata espanhola a astronauta da Agência Espacial Europeia, conseguiu fazer com que viajar para o espaço soe a algo possível de alcançar, que ser astronauta entre no imaginário das raparigas, porque, quando uma mulher tem visibilidade, quando traça um caminho, muitas outras poderão imaginar-se no lugar dela. 

É este o motivo pelo qual,

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