Terça-feira 23

31 inovações biomédicas que impulsionarão o futuro da saúde

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A Fundação ”la Caixa” anunciou os resultados do concurso de 2025 do seu programa CaixaImpulse, através do qual está a apoiar 31 projetos biomédicos de centros de investigação, hospitais e universidades em Espanha e Portugal. No total, irá atribuir 3,8 milhões de euros a esta iniciativa, que visa acelerar a chegada destas inovações ao mercado, para que possam chegar aos doentes que delas necessitam. O CaixaImpulse também promove a criação de novos produtos, serviços e empresas ligados às ciências da vida e à saúde.

Os projetos vencedores – selecionados de entre 428 candidaturas recebidas – foram avaliados por seis painéis de especialistas internacionais e profissionais da área. Entre os projetos selecionados este ano,

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Sexta-feira 25

El nuevo mapa de las enfermedades tropicales

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Acordas numa manhã de verão e descobres várias picadelas na pele. Dias depois, tens febre, náuseas e dores intensas nas articulações. No consultório médico, recebes um diagnóstico inquietante: dengue. “Mas não é uma doença exótica?”, perguntas-te a ti próprio. A resposta é óbvia: já não.

Embora possa parecer o início de um romance distópico, este fragmento pode muito bem ser o reflexo de experiências reais vividas por pessoas que moram na sua cidade. Em Espanha, por exemplo, têm-se registado alguns casos autóctones de doenças tropicais que, até há pouco tempo, ainda não tinham pisado solo europeu. O mais preocupante é que não se trata de incidentes isolados, mas sim de sinais de uma mudança mais profunda. 

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Quinta-feira 24

“Deslocação”

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Criar, observar, pensar, corrigir, repensar… Diria que estes passos fazem parte do trabalho de um artista ou de um investigador?

Sem contexto, é difícil saber, não é? Mas, se à cena acrescentarmos pincéis e estátuas, ou pipetas e microscópios, a resposta pode parecer mais óbvia. Portanto, na sua essência, não serão a arte e a ciência mais parecidas do que julgamos?

Neste novo Instantâneo CaixaResearch, acompanham-nos David Sancho, investigador da nossa rede no Centro Nacional de Investigaciones Cardiovasculares (CNIC) de Madrid, e Guillermo Mora, artista visual e bolseiro da Fundação ”la Caixa”.

Juntos, vamos partir de uma imagem científica para explorar uma descoberta biomédica inovadora e,

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Quinta-feira 26

Qual é o preço do stress para a nossa saúde?

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Okinawa, Japão. Sardenha, Itália. Nicoya, Costa Rica. Três pontos do mapa distantes entre si, mas que, no entanto, têm uma característica surpreendente em comum: a esperança de vida dos seus habitantes é muito elevada, superior a 100 anos.

Estas são três das chamadas Blue Zones, lugares onde as pessoas não só vivem mais, mas também com melhor saúde. Qual é o segredo? 

Para além da dieta e da atividade física, os investigadores concordam que há um fator-chave que une estes lugares: os seus habitantes vivem em ambientes que favorecem o descanso, as relações sociais e promovem um forte sentido de propósito na vida, para além de experimentarem baixos níveis de stress. 

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Quinta-feira 05

O rasto invisível dos microplásticos

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“Embora o depositemos no contentor certo, a maior parte do plástico produzido no mundo acaba em aterros sanitários, sendo reciclado menos de 10%. Com a ação do sol, do vento e das ondas, este fragmenta-se, libertando microplásticos para o meio ambiente”, explica Emma Calikanzaros, investigadora na área da epidemiologia ambiental e dos microplásticos.

Estes plásticos minúsculos, que também se desprendem de produtos têxteis e cosméticos, viajam pelos rios, pelo mar e pelo ar. Estudá-los não é tarefa fácil, pois são partículas de 0,1 a 5 milímetros, muito distintas em termos de formato, tamanho e composição. “Ainda não existem métodos padronizados a nível global para medir a sua concentração,

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