Quinta-feira 18

Estamos a ganhar a corrida contra a doença de Alzheimer?

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Há já algum tempo que a ciência é capaz de diagnosticar a doença de Alzheimer e, inclusivamente, de prever o seu aparecimento numa fase muito precoce. No entanto, até agora, isto só era possível através de técnicas invasivas — como a punção lombar, que permite analisar o líquido cefalorraquidiano — ou através de exames dispendiosos como a tomografia por emissão de positrões (PET).

Agora, investigadores do Instituto de Investigación Sant Pau de Barcelona (IR Sant Pau) e do BBRC deram um passo decisivo: demonstraram que a deteção do biomarcador p-tau217 no plasma, através de uma simples análise ao sangue, permite prever não só o aparecimento da doença de Alzheimer,

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Quinta-feira 26

Qual é o preço do stress para a nossa saúde?

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Okinawa, Japão. Sardenha, Itália. Nicoya, Costa Rica. Três pontos do mapa distantes entre si, mas que, no entanto, têm uma característica surpreendente em comum: a esperança de vida dos seus habitantes é muito elevada, superior a 100 anos.

Estas são três das chamadas Blue Zones, lugares onde as pessoas não só vivem mais, mas também com melhor saúde. Qual é o segredo? 

Para além da dieta e da atividade física, os investigadores concordam que há um fator-chave que une estes lugares: os seus habitantes vivem em ambientes que favorecem o descanso, as relações sociais e promovem um forte sentido de propósito na vida, para além de experimentarem baixos níveis de stress. 

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Quarta-feira 25

«Também faço investigação para a cura da ELA»

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Algo está a mudar na luta contra a esclerose lateral amiotrófica (ELA). 

Durante anos, esta doença neurodegenerativa foi sinónimo de incerteza, sofrimento e falta de opções terapêuticas. No entanto, os avanços científicos dos últimos anos estão a traçar um novo horizonte: pela primeira vez, surgem terapias inovadoras, start-ups especializadas e iniciativas que oferecem resultados promissores que poderão realmente transformar o futuro da ELA.

Esse impulso coletivo não está a nascer apenas em grandes empresas ou laboratórios. Está também a ganhar forma em universidades, hospitais e centros de investigação por todo o mundo, onde investigadores, médicos e especialistas trabalham diariamente com um objetivo comum: compreender a ELA e chegar ao seu tratamento. 

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Terça-feira 20

Desafios e avanços na transplantação de órgãos: uma vida mais longa e melhor para o doente

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A transplantação de órgãos e tecidos é, sem dúvida, um dos grandes marcos da medicina moderna. Não só salvou centenas de milhares de vidas nas últimas décadas, como transformou radicalmente o dia a dia de muitas pessoas, libertando-as de tratamentos longos, invasivos e esgotantes – como a diálise ou a necessidade de estarem permanentemente ligadas a uma máquina de oxigénio em casos de doenças pulmonares avançadas –, permitindo-lhes recuperar a sua autonomia e regressar a uma vida ativa e com maior qualidade.

172 000 transplantes realizados em 2023 a nível mundial, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Apesar deste número admirável, ainda estamos muito longe de satisfazer a procura global: 2 milhões de transplantes por ano.

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Segunda-feira 28

Instantâneo CaixaResearch: estudo de investigação CaixaResearch dá um passo importante na direção do tratamento personalizado do cancro do fígado

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Todos os anos são diagnosticados mais de 860 000 novos casos de cancro do fígado em todo o mundo. O carcinoma hepatocelular é o tipo mais comum e uma das principais causas de morte por cancro. Trata-se de uma doença particularmente complexa, uma vez que apresenta quatro subtipos diferentes, cada um com alterações genéticas e características moleculares próprias.

Até agora, a investigação deparava-se com uma enorme dificuldade: a falta de modelos experimentais capazes de reproduzir fielmente esta complexidade. Esta limitação pressupõe um obstáculo significativo ao desenvolvimento de novos tratamentos, pois torna impossível prever a resposta de diferentes doentes aos medicamentos e, consequentemente, avançar para terapias mais personalizadas.

Agora,

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